Gasolina dá um salto nos preços e população sofre no bolso

O anúncio da Petrobras foi para que o reajuste fosse de 4,2% a partir de ontem (1), mas em alguns postos da capital baiana, na noite da última quinta-feira (31), o novo valor já era observado. No Posto Menor Preço, da Djalma Dutra, por exemplo, em uma semana o valor do litro da gasolina foi reajustado pelo menos duas vezes. Quem abasteceu no local até a última terça-feira (29), pagou R$ 3,34 pelo valor do combustível. Já na tarde da última quinta-feira, esse valor subiu para R$ 3,64 e quem deixou para abastecer o veículo na noite do mesmo dia, acabou tento que pagar R$ 3,97. Um aumento de 0,62 centavos.

O reajuste anunciado pela Petrobras na tarde da última quinta-feira (31) é o maior desde a implantação da nova política de preços há dois meses e vale para todas as refinarias do país.

Para o empresário, Leo Sandro, no fim das contas, o consumidor é quem paga. “Sempre sobra para o consumidor, não tem jeito. Infelizmente, é Brasil e temos que pagar pelos rombos do governo”, desabafa.

Embora a Petrobras não fale sobre o assunto, a alta está diretamente ligada aos aumentos da cotação da gasolina em decorrência da tempestade Harvey, que vem devastando os estados do Texas e de Louisiana, nos Estados Unidos.

Apesar de abastecer todos os dias, o taxista Bento Rodrigues diz que não sofre tanto impacto com o aumento. “Eu não sofro tanto porque não costumo rodar o dia todo e essa oscilação do preço já era esperada. Ele sobe hoje, mas daqui três quatro dias baixa novamente”, comenta.

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