Líder da bancada governista na Câmara, o vereador, e advogado, Jorge Curvelo (DEM), disse na manhã dessa quinta-feira, 08, em entrevista radiofônica, que o Ministério Público se precipitou na forma como procedeu a denúncia que envolve diretamente o presidente da Câmara, vereador Oziel Araújo (PSDB), e mais 16 vereadores, da situação e da oposição ao governo do prefeito Antônio Elinaldo (DEM), Curvelo entre eles.
Sobre o pedido de prisão contra o presidente da Câmara, o vereador disse que o MP não considerou que o vereador Oziel é “um homem de bem” e que não “há como pegar um homem de bem e prender simplesmente. Um homem que não é envolvido em crime”.
No mesmo programa, porém, o Bahia no Ar, o promotor Yunes se refere ao vereador Oziel como um homem “propenso a novas práticas delituosas”, e que sua prisão seria para “resguardar a colheita de provas”, e que não seria seguro deixar o vereador livre, acusando a possibilidade de que Oziel “forje provas e tente burlar o conhecimento da justiça e da população”, num entendimento completamente inverso ao do vereador Curvelo, sobre a idoneidade do presidente Oziel.
Curvelo condenou ainda o termo “vulgo” usado para se referir aos vereadores na peça jurídica encaminhada à justiça e divulgada na imprensa da região.
Vereador Oziel (PSDB) diz que não será preso
MP pede prisão preventiva do presidente da Câmara de Camaçari