Seguindo a mesma linha de outras instituições públicas, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) passa a exigir carteira de vacinação par acesso às dependências da casa. O comprovante deverá ser apresentado por toda e qualquer pessoa que deseje frequentar o espaço, seja deputado, assessor, outro funcionário ou visitante.
Quem optou por não tomar a vacina ainda poderá ter acesso à Alba, mas para tanto deverá comprovar imunidade, através do teste PCR ou de antígenos negativos. O exame deverá ser renovado a cada 72 horas e a regra também vale tanto para o público externo quanto para o interno.
“Com a aceleração dos casos de contaminação pela variante ômicron, vamos manter os mesmos protocolos de atuação do ano passado, com sessões mistas, ou seja, presenciais e remotas. A única diferença é que, em 2022, vamos exigir também a carteira de vacinação para ingresso nas dependências do Legislativo”, explica o presidente Adolfo Menezes.
A previsão é que a medida seja válida a partir de 1º de fevereiro, dependendo apenas da publicação no Diário Oficial. “A nossa ideia era retomar de vez todas as atividades presenciais, mas essa nova onda de contaminação, causada pela ômicron, nos fez refluir da decisão. Vamos garantir, em primeiro lugar, a segurança das pessoas”, completou o deputado.
De acordo com a assessoria de comunicação da Presidência da Casa, apesar da exigência de imunização, as votações continuarão híbridas até que o número de casos volte a reduzir no estado. “O modelo híbrido se mostrou eficaz e não houve solução de continuidade nas votações, com todo os projetos de lei apreciados pelos 63 deputados”, esclareceu Adolfo Menezes.