Após a eleição de 2012, vencida à duríssimas penas, a ansiedade tomava conta de Ademar Delgado em assumir o comando de uma das canetas orçamentárias mais poderosas da Bahia. A ansiedade em “fazer muito mais” era o discurso. Dissemos o discurso. Quatro anos se passaram e hoje a ansiedade é outra. Em conversas com pessoas próximas, Ademar teria deixado claro que não vê a hora de chegar o dia 01 de janeiro de 2017 para passar ‘a caneta’ para o novo prefeito e voltar à “liberdade”.
O que, naturalmente, ainda não deve ter passado pela cabeça do pobre prefeito prisioneiro, é que a fila com esse mesmo pensamento conta da ordem de umas trezentas mil pessoas…
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