Bahia deixa de ter maior taxa de desocupação

A Bahia deixou de ter a maior taxa de desocupação do país, caindo para a terceira posição, atrás de Alagoas (17,8%) e Pernambuco (18,8%). No segundo trimestre de 2017, a taxa de desocupação na Bahia ficou em 17,5%, menor que a verificada no 1º trimestre (18,6%), mas ainda significativamente acima da taxa do segundo trimestre de 2016 (15,4%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ante o trimestre anterior, a taxa de desocupação na Bahia não tinha redução desde o segundo trimestre de 2016, quando houve variação negativa de 0,1 ponto percentual. A variação para baixo no segundo trimestre de 2017 (-1,1 ponto percentual), embora considerada estabilidade estatística, foi a mais intensa desde o segundo trimestre de 2014 (-1,4 ponto percentual).

Salvador e RMS

A capital baiana, por sua vez, teve taxa de desocupação de 16,1% no segundo trimestre de 2017, acima da verificada no primeiro trimestre (15,3%) e freando o movimento de queda que vinha ocorrendo desde o segundo trimestre de 2016 (quando a taxa havia sido de 17,6%).

Com o resultado, o município de Salvador subiu duas posições no ranking da desocupação entre as capitais, indo da oitava posição no primeiro trimestre para a sexta posição no segundo.

A região metropolitana de Salvador, com taxa de desocupação de 19,1% no segundo trimestre deste ano, também apresentou leve aumento em relação ao primeiro trimestre de 2016 (18,3%) e praticamente repetiu o desempenho do segundo trimestre de 2016 (19,2%). Passou, portanto, a ter a segunda maior taxa de desocupação entre as regiões metropolitanas do país, atrás apenas da RM Recife (19,7%). Segundo o IBGE, a taxa de desocupação na Bahia (17,5%) foi resultado da relativa estabilidade em relação às pessoas que estavam trabalhando e as que estavam em busca de trabalho.

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