
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), na tentativa de anular o seu impeachment, aprovado pelo Senado no dia 31 de agosto. Na noite da última quinta-feira (29), a defesa da petista solicitou a reintegração imediata dela ao mandato presidencial.
O pedido, no entanto, ainda não foi processado e não há um relator, até o momento. Em quase 500 páginas, a defesa diz que as acusações de pedaladas fiscais e abertura de crédito sem autorização do Congresso não são crime de responsabilidade.
O mandado de segurança diz ainda que o atual presidente Michel Temer (PMDB) articulou todo o processo de impeachment de modo “despudorado”. Ainda de acordo com a defesa, por conta disso, os derrotados na eleição de 2014 assumiram cargos e ditam um programa de governo “ilegítimo”.
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