Do Palácio do Alvorada para um bairro chamado Tristeza. Cinco meses após ter sido afastada da Presidência da República por um longo e turbulento processo de impeachment, Dilma Rousseff vive hoje em um bairro de classe média na zona sul de Porto Alegre, às margens do rio Guaíba, que tem esse emblemático nome em homenagem ao então dono daquelas terras, cujo semblante não era dos mais alegres.
A rua quase não vê pedestres durante o dia e o prédio, de quatro andares, em frente a um depósito de materiais inutilizados de um supermercado, não denuncia que ali vive a primeira mulher que assumiu o posto máximo do Executivo brasileiro.