
A falta de presciência natural ao indivíduo humano, que não é capaz de saber o que há por debaixo da roupa do seu oponente quando ele resolve fazer de alguém um oponente em qualquer desagrado no transito, deveria sempre lhe vir à cabeça.
Que se isso ocorresse com um motorista, que foi morto a tiros depois de ele, contrariado com alguma ‘barbeiragem’ que possivelmente fez um motoqueiro, sobre quem nele havia investido armado com um facão, ele a essa hora estaria certamente na sua casa gozando da companhia de seus familiares.
O fato se deu, conforme o portal Bocão News, neste sábado (2), no bairro Luís Anselmo, em Salvador, atrás do Extra da Rótula do Abacaxi.
O motorista baleado chegou a receber atendimento médico no local, por duas equipes do SAMU, mas não resistiu e veio à óbito.
E o CFF contempla um dos comentários feitos ao pé da publicação, como uma reflexão que de fato precisa ser feita por todos os personagens a que faz referência o comentarista:
Pin Neres:
“Isso é o espelho da extrema falta de respeito no trânsito. A maioria das pessoas só querem olhar seu próprio lado e quando faz uma besteira ainda querem sair como certos, não tem a humildade se vacilou, dizer me perdoe, não tive a intenção, pelo contrário, e daí? É isso que dá. No transito tem pessoas de todo tipo, drogados, alcoolizados, psicopatas, pessoas que nunca tiveram habilitação, ou algumas que tem mas não tem domínio sobre o veículo conduzido, mas qualquer coisa, o negócio é alterar, agredir! Em caso de policiais sejam civil, militar, federal, pelo fato de portar uma arma esperam uma situação qualquer para sair atirando, esquecendo que não é só ele que é policial, não é só ele que porta uma arma, não é só ele que pode efetuar disparos. É preciso que haja respeito ao próximo no trânsito. Nesse caso o que contava com esse facão certamente já é acostumado fazer isso. Se deu mal”.