Na sexta-feira da semana passada uma conversa por celulares entre presos do Compaj interceptada pelas autoridades conseguiu flagrar um dos líderes do grupo, chamado de Marquinhos, falando do sucesso da chacina nos primeiros dias do ano e afirmando que a segunda fase do plano já estava em andamento. As bombas serias deixadas em malas no Tribunal de Justiça e no Ministério Público. A tarefa seria chefiada por um detento do semiaberto conhecido como Nigéria. Ele já estaria em posse de metralhadoras e contaria com o apoio de pistoleiros colombianos especializados no uso de explosivos.
Ontem, os homens da Força Nacional chegaram aos estados do Amazonas e de Roraima para reforçar a segurança nas penitenciárias. 17 chefes de facções foram transferidos de Manaus para presídios federais. Em discurso no Palácio do Planalto, o presidente Temer mudou o tom e afirmou que os grupos PCC e Família do Norte cometeram uma ‘pavorosa matança’ baseado em códigos próprios.