No Twitter, Moncada disse que a decisão era “uma medida de profilaxia política” e rechaçou a ingerência internacional na política local. Segundo o chanceler, as ex-autoridades de outros países presentes na consulta popular “abusaram da generosidade do nosso povo”.
O governo venezuelano afirma que a consulta popular do domingo não teve nenhuma legitimidade, enquanto a oposição quer aproveitar a expressiva votação contra a Assembleia Constituinte e o governo do presidente Nicolás Maduro para pressionar por uma transição política.